A Santa Casa de Ourinhos esteve representada no V e-DOT São Paulo – Encontro das Equipes Hospitalares de Doação para Transplantes do Estado de São Paulo, realizado nos dias 1º e 2 de setembro, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo.
Representando a instituição, Magna da Silva Cândido, Enfermeira responsável pela e-DOT, e Josiane Aparecida dos Santos, Enfermeira Assistencial, participaram do evento promovido pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, por meio da Central Estadual de Transplantes. O encontro reuniu profissionais de hospitais e equipes que atuam diretamente na identificação e viabilização de doadores de órgãos e tecidos.
A programação contou com a presença de autoridades da área da saúde, entre elas o secretário de Estado da Saúde, Eleuses Paiva, que participou da solenidade de abertura. Também estiveram presentes Patrícia Gonçalves Freire dos Santos, coordenadora do Sistema Nacional de Transplantes; Glalco Cyriaco, coordenador da Coordenadoria de Regiões de Saúde; Francisco de Assis Salomão Monteiro, coordenador da Central Estadual de Transplantes; e José Medina Pestana, representante da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO).
O encontro também teve palestras com especialistas de diferentes instituições. Entre os participantes estiveram Joel de Andrade, coordenador da Central de Transplantes do Estado de Santa Catarina; Letícia Sandre Vendrame Saes, médica assistente da UNIFESP/EPM; e Leonardo Borges de Barros e Silva, coordenador da Organização de Procura de Órgãos do HCFMUSP.
Durante os dois dias, foram discutidos temas relacionados à organização do sistema de transplantes, aos desafios para aumentar a doação de órgãos, à determinação de morte encefálica, à manutenção do potencial doador, à ética no processo de doação e aos indicadores de monitoramento das equipes.
O evento aconteceu justamente no início do Setembro Verde, período dedicado à conscientização sobre a importância da doação de órgãos e tecidos. A campanha busca estimular o diálogo com a sociedade e mostrar que a decisão de ser doador pode representar uma nova oportunidade de vida para outras pessoas.